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Pipoca Mais Doce faz desabafo e explica porque recusou convite de Goucha: “Ia mostrar uma versão muito fragilizada de mim…”

 Ana Garcia Martins foi a convidada de Manuel Luís Goucha, esta quarta-feira. A influencer que adotou o nome de Pipoca Mais Doce, falou sobre os últimos meses como comentadora do Big Brother, sobre a morte do irmão e ainda sobre o recente divórcio.

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Entrevista a Ana Garcia Martins: Comentários de ódio, a separação e a perda do irmão

Nas redes sociais, Ana Garcia Martins fez um desabafo e explicou o porquê de ter recusado o convite para ir ao programa em Março, quando o primeiro convite surgiu.

“O convite para ir ao programa do @mlgoucha veio ali no final de Março e, na altura, disse que não. Queria muito, claro, é uma honra poder ser entrevistada pelo Manuel Luís, mas não me sentia capaz. Porque ou ia mostrar uma versão muito fragilizada de mim ou ia ter de fingir que estava incrível, e não me apetecia nenhuma das hipóteses. Acho que um dos piores lados desta coisa de ser (mais ou menos) figura pública é esse, exigirem-nos timings que, muitas vezes, não são os nossos. Exigirem-nos explicações que, muitas vezes, ainda nem sequer conseguimos dar a nós mesmos, quanto mais aos outros”, revela.

“Quando aceito dar entrevistas destas, mais intimistas, quero sempre ir por inteiro, de coração aberto. Não fazia ideia do que seria perguntado e isso deixa-me sempre um bocadinho inquieta, mas gosto de saber que me sinto confortável para falar sobre qualquer assunto, de forma honesta e desprendida. E neste momento sinto, e por isso aceitei quando surgiu um novo convite. Não consigo responder a todas as vossas mensagens, li grande parte delas e tocaram-me muito (não de uma forma marota, calma). Partilharam comigo histórias sobre fé, sobre a perda de familiares, sobre separações, sobre vários dos temas que eu falei na entrevista mas, sobretudo, disseram-me que gostaram de ver “uma outra Ana”, sem aquela camadona toda de sarcasmo que uso sempre para me defender.”, explica.

“Não me é fácil falar de mim, é um exercício que ando a aprender a fazer (70€ de terapia por semana, meus amigos, é uma renda), mas é bom ir percebendo que coisas boas acontecem quando assumo que há um pequeno coração a bater no sítio onde muita gente acha que só há um cubo de gelo (coisa que seria tecnicamente impossível, porque o gelo derreteria ali enfiado entre os pulmões, mas tudo bem, sejam burrinhos à vontade). Pronto, isto tudo para agradecer o vosso feedback, os vossos abraços virtuais (graças a Deus, não tentem abraçar-me ao vivo) e dizer que batem forte cá dentro ❤️ Tenham um dia bom, minhas panquecas sem glúten”, pode ler-se.