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Bruno de Carvalho recorda polémica no Sporting e revela: “Vim embora e dei um cheque de 100 mil euros”

Bruno de Carvalho, concorrente do Big Brother Famosos, em conversa com Leandro e Hugo Tabaco recordou alguns episódios do tempo em que esteve no Sporting. O ex-presidente dos leões afirma que nunca incutiu violência no futebol e ainda lamenta ter sido expulso de sócio da forma que foi, alegando nem lhe ter sido permitido defender-se.

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“Deves ter ficado com a ideia de que o Bruno de Carvalho incutia violência. Pega em Alcochete, houve julgamento, falou-se durante dois anos, a juíza viu tudo ao pormenor, esquece. Antes de Alcochete, cinco anos e meio, diz-me uma cena de violência que tenha acontecido…Eu sou considerado o gajo que incutiu violência no desporto, mas não houve uma cena…Sabes que violência eu incuti no desporto? Zero. Mas eu sou um gajo que incute violência e sabes porquê?! Chama-se sportinguistas, são tolos e não estão habituados a pensar”, afirma.

“O que é que eu ganhei com Alcochete? Zero! E quem é que comete um crime para ganhar zero? Já percebeste que quem ganhou está lá?! Não percebeste e sabes porquê? Porque és do Sporting”, refere.

Bruno de Carvalho revela ainda que quando esteve no Sporting abdicou do ordenado numa altura em que teve de despedir pessoas e que na hora de ir embora entregou um cheque de 100 mil euros, de um prémio que tinha recebido.

“Durante 6 meses decidi não receber ordenado…Quando me vim embora dei ao Sporting um cheque de 100 mil euros. Prémio para um tipo que comete crimes?! Eu devolvi, porque o Sporting é o meu grande amor. Mas não mereceram nada”, conta.

Mais tarde, em desabafo com Jorge Guerreiro, Bruno de Carvalho falou das manobras de manipulação e da gestão enganosa dos clubes, por parte de grandes figuras, nomeadamente ligados a Bancos.

“Quando eu cheguei, o Sporting tinha 500 milhões de dívida. Quando saí já ia em 200 e pouco e ainda fiz um contrato de 515. Não só saio do Sporting como ainda deixo um contrato maior do que a dívida que era quando eu cheguei. Mas sabes o que aconteceu? Nem sócio sou, porque fui expulso. Nem é presidente, é nem sócio sou. É uma mágoa porque deixei de ligar a pessoas importantes na minha vida, para ligar ao Sporting e acabar assim…”, revela.

“Chegas um dia e olhas para os teus filhos, pois…Deixei de ser presidente à bruta, deixei de ser sócio e perdi 5 anos e meio com os meus filhos. Ai fui muito inteligente…Sair? Perfeito, mas com dignidade. As pessoas tinham-me ouvido, as pessoas tinham percebido que eu não tinha nada a ver com crime nenhum e até podiam dizer ‘ok, você não tem crime nenhum mas está na hora, chega’…Quando as pessoas falam que eu me quis manter, eu não quis nada. Mas tu tens uma instituição, que tem uma Assembleia Geral, uma Mesa de AG, uma direção e um Concelho Fiscal e Disciplinar… Se se demitem todos, a lei diz que eu enquanto direção diz que posso tomar as medidas que quiser para a gestão do dia-a-dia…Eu decidi criar uma nova AG transitória e CF transitória. Se eu tivesse lá podia ter existido a mesma Assembleia Geral e os Sportinguistas podiam ter dito “fora”…”, revela, dizendo existir interesses por detrás.

“Eu era a figura para abater”, garante, referindo interesses políticos e manobras jornalísticas.

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