Bronca continua! Pipoca Mais Doce arrasa restaurante e avança com queixa: “Tremenda prepotência e desrespeito pelo cliente”

Ana Garcia Martins recorreu às redes sociais para denunciar uma situação vivida num restaurante em Sagres. A influencer afirma que os empregados foram agressivos e “arrogantes”, chegando mesmo a pedir o livro de reclamações e a ligar à GNR. Sabe mais aqui

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Entretanto, a gerência do restaurante reagiu e lançou novos dados sobre os acontecimentos, referindo que a influencer não esteve no estabelecimento e que a pessoa que a acompanhava causou transtornos colocando em causa o funcionamento do serviço. Vê aqui

Ana Garcia Martins resolveu fazer um novo esclarecimento e informou que irá apresentar reclamação no livro de reclamações online, depois de lhe ser negado no restaurante.

“Só para encerrar definitivamente o tema de ontem (e apenas porque o restaurante decidiu fazer um comentário com algumas inverdades): Contrariamente ao que dizem, eu estive no restaurante. Estive duas vezes à porta à espera que nos atendessem e no tempo que esperámos no carro, a funcionária deslocou-se ao mesmo, portanto viu que eu estava efetivamente lá. O restaurante menciona o “indivíduo” que me acompanhava. Se eu não estava presente, como é que sabem que havia alguém a acompanhar-me? Em que é que ficamos? Afinal eu estava ou não estava?”, começa por questionar.

“Em momento algum pedi tratamento diferenciado. Nunca o fiz na vida. Como imaginam, não me apresentei no restaurante a dizer ‘Sou a Pipoca Mais Doce e tenho 700 mil seguidores, arranjem-me mesa já’. Esperei ser tratada como qualquer outro cliente: com respeito, simpatia e profissionalismo. Aguardei calma e pacientemente que chegasse a nossa vez, mesmo perante os sucessivos atrasos. Primeiro eram 15 minutos, depois mais meia hora, depois mais cinco, depois 15 minutos à porta em que todos os funcionários fingiram que não nos viram”, lê-se.

“Tanto eu como o “individuo” que me acompanhava estivemos sempre de máscara. Ele só a baixou por segundos quando foi negado o livro de reclamações e os ânimos se exaltaram. Negar o livro de reclamações é uma ilegalidade grave, que dá direito a coima e que demonstra uma tremenda prepotência e desrespeito pelo cliente”, indica.

“Lamento quando dizem que tratam todos os clientes por igual, porque isso significa que são todos maltratados como nós fomos. Aliás, basta fazer uma rápida pesquisa na internet para ver que as críticas ao restaurante se multiplicam. Eu própria recebi inúmeras mensagens de pessoas a relatar que o serviço do restaurante é péssimo e que foram super mal atendidas”, diz.

“Posto isto, e tal como disse ontem, vamos seguir com a devida queixa no livro de reclamações online e eventualmente avançar com outro tipo de medidas. Não tenho por hábito mentir, não peço tratamento diferenciado (porque não acho que tenha de ter) e apesar de já ter sido mal servida em vários restaurantes, foram raríssimas as vezes que me queixei publicamente. Se o fiz ontem foi porque, de facto, o serviço foi péssimo, os funcionários foram maus profissionais e negar o livro de reclamações é uma coisa gravíssima”, termina.

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