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Ana Garcia Martins assiste jovem que sofre acidente de mota: “ter ficado viva para contar a história foi uma sorte”

Ana Garcia Martins recorreu às redes sociais esta segunda-feira, 20 de dezembro, para deixar um desabafo sobre a época natalícia.

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A influencer e comentadora do Big Brother recorda um episódio que assistiu uma jovem que teve um acidente de mota nessa manhã.

“Eu achava que não, que este ia ser um Natal igual aos outros todos, mas a data aproxima-se e… como assim o Natal é já para aí daqui a meia hora? Deixei-me, claramente, dormir. Na minha cabeça – em óbvia negação – ainda faltam uns três meses, e talvez por isso me faltem 97% dos presentes. Não tenho ideias, detesto dar só por dar mas, pior do que tudo, não tenho vontade. É que não tenho mesmo. E eu gosto de pensar no assunto, com tempo, esforçar-me para oferecer alguma coisa que eu sei que a pessoa vai gostar, em vez de ser só mais uma tralha ou um talão de troca. Mas este ano, não sei, há assim uma desmotivação, uma apatia, uma tristezazita latente que me faz apetecer entrar em fast forward e saltar já lá para Junho de 2022, para dias mais quentes e, idealmente, mais qualquer coisa. Por norma, fico sempre meio psico-melancólica por esta altura, mas este ano a coisa está pior, mais dada à introspecção.”, começou por desabafar.

“Hoje de manhã, uma miúda teve um acidente de mota mesmo ao meu lado. Despistou-se na estrada molhada e ter ficado viva para contar a história foi uma sorte. E enquanto estava ali agachada ao lado dela, à chuva e à espera de uma ambulância que parecia vir de Moscovo, só conseguia pensar nisso, na rapidez com que a vida nos tira o tapete, no fortuito que isto tudo é, nos pequenos milagres que acontecem a cada minuto.”, descreve.

“Se já estava angustiada, pior fiquei, instalou-se-me um nó no estômago e não há forma de daqui sair. Acho que a miúda ficou bem e, assim de repente, pode ser esse o meu presente de Natal. Juro que está óptimo. Quanto ao resto, acho que vou só activar o modo “tive um ano difícil” como desculpa para não oferecer nada a ninguém. Porra, se não colar comigo, não cola com mais ninguém”, conta.

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